Romanelli deixa Liderança fazendo balanço positivo

 

Depois de três anos e três meses no exercício do cargo, o deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) deixa a liderança do Governo na Assembleia Legislativa fazendo um balanço positivo dos resultados obtidos num período de  dificuldades.

Para Romanelli, o seu período na liderança da base de apoio ao governo foi marcada pelo dialogo e pela busca pelo consenso. “Creio que se há uma palavra que define o período em que exerci a liderança, essa palavra é dialogo. Eu sempre acreditei na Democracia. Entendo que temos que radicalizar a democracia. A democracia é o único caminho. E quem crê na democracia, tem que praticar o diálogo de forma inesgotável e incansável. Eu o fiz e posso dizer que graças a essa capacidade, tenho o respeito dos parlamentares e das entidades de classe dos servidores. Sempre acreditei que liderar é construir consensos. Dei o meu melhor para dialogar e construir consenso”, afirmou.

Segundo ele, o maior desafio no tempo em que liderou a bancada foi o programa de ajuste fiscal. Naquele momento, o Estado enfrentou uma crise financeira devido à redução da atividade econômica e a consequente queda de arrecadação no ano de 2014 e início de 2015.

Vale a pena relembrar o que estava acontecendo no Paraná ao longo dos últimos anos. As despesas cresciam em ritmo superior ao das receitas, gerando déficits orçamentários crescentes e aumento no endividamento. Um dos motivos era a subtributação. As alíquotas do ICMS aplicáveis às operações internas, por exemplo, eram 33% inferiores às praticadas pelos demais Estados, e a alíquota do IPVA era 30% menor.

Além disso, as despesas com pessoal aumentavam, em termos reais, ano a ano, seja por pressões corporativas para ampliação dos benefícios existentes ou concessão de novas vantagens, seja por dispositivos pré-existentes que geravam o crescimento vegetativo da folha de pagamento, com ampliação dos gastos com pessoal ativo, aposentados e pensionistas. Acrescenta-se a isso o excesso de vinculação das receitas (com educação, saúde, precatórios, Pasep e outros poderes), que tornava ainda mais difícil o cenário. A cada R$ 100 arrecadados, apenas R$ 30 ficam livres no caso da receita do ICMS, ou R$ 20, em se tratando do IPVA.

“Diante deste quadro, o governo teve a coragem e o discernimento para adotar medidas para controlar gastos e fazer os ajustes para o equilíbrio das contas- a um custo político altíssimo. O tempo mostrou que as ações propostas eram absolutamente necessárias para o futuro do Estado e não para o futuro do governo. O tempo provou que o governador Beto Richa estava certo quando tomou uma atitude para o incremento de receita, redução de despesas e da inadimplência e o combate à sonegação. Deixo a liderança do governo com a certeza de que o Paraná é hoje um estado muito melhor. Claro que continuarei a contribuir com o sucesso da administração da governadora Cida Borghetti, desejando a ela que tenha muitas felicidades para que possa, sempre, fazer um governo voltando ao interesse do povo”, afirmou Romanelli.

Romanelli também desejou sucesso ao novo lider, deputado Pedro Lupion, “Jovem e atuante, tenho certeza de que terá sucesso, certamente com menos turbulências e com as principais questões do Estado resolvidas e as finanças equilibradas”, disse.

Ele também agradeceu a todos os deputados da base de apoio, ” pela lealdade, companheirismo e cordialidade e pelo apoio incontestável nas votações mais polêmicas. Igualmente, agradeço aos deputados do bloco independente e os de oposição, com quem mantive uma relação de respeito e de dialogo”.

Amunpar recebe mais de R$ 500 mil em recursos

O deputado estadual Luiz Claudio Romanelli (PSB), líder do governo na Assembleia, participou nesta terça-feira (30), ao lado do governador Beto Richa e de prefeitos de todo o Estado, da solenidade para o repasse de R$ 122 milhões de uma de cota extra do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O valor é referente ao pagamento do imposto por empresas que receberam incentivos fiscais do programa Paraná Competitivo para projetos de investimentos no Estado.

“O repasse de cota extra é possível devido ao planejamento financeiro adotado pelo Governo do Estado nos últimos anos”, disse o governador. “No Paraná amenizamos o impacto brutal da crise econômica aos 399 municípios, com investimentos sistemáticos em áreas estratégicas, porque entendemos que é responsabilidade do governo melhorar a vida das cidades”, concluiu.

De acordo com o deputado Romanelli, o repasse é possível graças as medidas de ajuste fiscal feitas no Paraná. “Hoje nosso estado segue com importantes investimentos em todos os setores. Mesmo com toda a crise financeira do país, o Paraná não parou de se desenvolver. Este repasse reforçará os caixas das prefeituras municipais que poderão pagar fornecedores, investir em obras e serviços de melhoria”, afirmou.

Os municípios da região Noroeste que Romanelli representa na Assembleia receberam um total de R$ 570. 632, 54. São eles:  Nova Londrina – R$ 139.791, 36; Tamboara – R$ 61.928, 75; Santa Mônica – R$ 69.394, 16; Santa Cruz de Monte Castelo – R$ 110.178, 30 e Querência do Norte  – R$ 189.339, 97.

O prefeito de Santa Cruz do Monte Castelo, Fran Boni, afirmou que os recursos extras permitem que os municípios, principalmente os menores, possam investir ou quitar suas dívidas. “No início do ano passado, as prefeituras também receberam uma cota extra do ICMS e, graças a ela, a maioria dos municípios conseguiu pagar seus fornecedores. Neste ano novamente estamos aqui para receber este recurso”, disse.

Governo repassa mais de R$ 1 milhão para municípios da Amunop

Ao lado do governador Beto Richa e de prefeitos de todo o estado, o deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), líder do governo na Assembleia, participou  nesta terça-feira (30) da solenidade para o repasse de R$ 122 milhões de uma de cota extra do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O valor é referente ao pagamento do imposto por empresas que receberam incentivos fiscais do programa Paraná Competitivo para projetos de investimentos no Estado.

“O repasse de cota extra é possível devido ao planejamento financeiro adotado pelo Governo do Estado nos últimos anos”, disse o governador Beto Richa. “No Paraná amenizamos o impacto brutal da crise econômica aos 399 municípios, com investimentos sistemáticos em áreas estratégicas, porque entendemos que é responsabilidade do governo melhorar a vida das cidades”, afirmou.

De acordo com o deputado Romanelli, o repasse é possível graças as medidas de ajuste fiscal feitas no Paraná. “Hoje nosso estado segue com importantes investimentos em todos os setores. Mesmo com toda a crise financeira do país, o Paraná não parou de se desenvolver. Este repasse reforçará os caixas das prefeituras municipais que poderão pagar fornecedores, investir em obras e serviços de melhoria”,disse.

Os municípios da região Norte que Romanelli representa na Assembleia Legislativa, receberam um total de R$ 1.392.199,37. São eles: Cornélio Procópio – R$ 333.054,42; Congonhinhas – R$ 126.795,71; Assaí – R$ 162.772, 03; Nova América da Colina – R$ 58. 870, 17; Santo Antônio do Paraíso – R$ 58. 793, 36; Sapopema – R$ 63. 335, 50; Bandeirantes – R$ 186. 293, 68; Rancho Alegre – R$ 51. 172, 87; Santa Cecília do Pavão – R$ 48. 864, 37; Itambaracá – R$ 68. 541, 60; Nova Fátima – R$ 99. 252, 68 e Sertaneja – R$ 134. 452, 98.

O prefeito de Bandeirantes, Lino Martins, afirmou que o repasse será investido, primeiramente, no setor da saúde no município. “Neste primeiro trimestre, daremos uma atenção à aquisição de remédios, equipamentos para exames para melhorar o atendimento à população. Já consideramos o Romanelli um bandeirantense, pois ele é um deputado que, junto ao Governo do Estado, dá respaldo em todas as nossas necessidades”, disse.

Amunorpi recebe mais de R$ 1 milhão para investimentos

O líder do governo na Assembleia, deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), participou nesta terça-feira (30), ao lado do governador Beto Richa e de prefeitos de todo o Estado, da solenidade para o repasse de R$ 122 milhões de uma de cota extra do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O valor é referente ao pagamento do imposto por empresas que receberam incentivos fiscais do programa Paraná Competitivo para projetos de investimentos no Estado.

“O repasse de cota extra é possível devido ao planejamento financeiro adotado pelo Governo do Estado nos últimos anos”, disse. “No Paraná amenizamos o impacto brutal da crise econômica aos 399 municípios, com investimentos sistemáticos em áreas estratégicas, porque entendemos que é responsabilidade do governo melhorar a vida das cidades”, disse o governador.

De acordo com o deputado Romanelli, o repasse é possível graças as medidas de ajuste fiscal feitas no Paraná. “Hoje nosso estado segue com importantes investimentos em todos os setores. Mesmo com toda a crise financeira do país, o Paraná não parou de se desenvolver. Este repasse reforçará os caixas das prefeituras municipais que poderão pagar fornecedores, investir em obras e serviços de melhoria”, afirmou.

Os municípios do Norte Pioneiro que Romanelli representa receberam um total de R$1.108.598,39. São eles: Guapirama – R$ 74.157,17; Carlópolis – R$ 131.346,88; Cambará -R$ 215.106,49; Joaquim Távora – R$ 234.900,02; Siqueira Campos – R$ 192.265,58; Salto do Itararé – R$ 41.005,69; Quatiguá – R$ 103.025,02; Barra do Jacaré – R$ 69.537,98 e Jundiaí do Sul – R$ 47.253,56.

Para a prefeita de Quatiguá, Adelita do Efraim (PTB), o repasse do ICMS dá mais autonomia às gestões municipais. “Este recurso é fundamental, porque complementa a receita do município para que ele saia um pouco do sufoco. Nos municípios pequenos, possibilita que programas de desenvolvimentos urbano e social tenham um investimento maior”, explicou.

Romanelli e prefeitos do Noroeste solicitam reforço na segurança

Na tarde desta segunda-feira (29), em reunião com o comandante-geral da Polícia Militar (PM), Maurício Tortato, e com os prefeitos que fazem parte do Consórcio Intermunicipal da APA Federal do Noroeste do Paraná (COMAFEN), o deputado estadual Luiz Claudio Romanelli (PSB), líder do governo na Assembleia Legislativa, solicitou reforço no policiamento da região. A comitiva foi organizada para protocolar as reivindicações da própria população.

De acordo com o deputado Romanelli, é preciso ouvir e dar prioridade às demandas na área da segurança. “É uma realidade que precisa melhorar. Nossa população não pode viver com medo, dentro de sua própria residência. A região já é perigosa por fazer parte da fronteira. Nada mais justo do que a reposição do efetivo policial da nossa Cia Independente”, afirmou.

O deputado estadual Tião Medeiros  (PTB) também esteve presente e afirmou que o pedido é necessário para reforçar a segurança da região. “Formamos esta comitiva para protocolar estas reivindicações. A população clama por mais policiamento. A região é de fronteira e muitas vezes fica vulnerável à ação de criminosos”, disse.

O Comandante-geral da PM afirmou que não vai medir esforços para atender ao pedido. “Tivemos grandes avanços nestas questões, mas esta é uma demanda constante”, explicou.

Os prefeitos presentes foram os de Diamante do Norte, Daniel Pereira, de Loanda, Sargento Santos, de Porto Rico, Evaristo Volpato, de Querência do Norte, Rozi Oliveira e de Santa Cruz de Monte Castelo, Fran Boni.

Assembleia aprova Lei Orçamentária Anual para 2018

A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) realizou, nesta segunda-feira (18), três sessões plenárias, sendo uma ordinária e outras duas extraordinárias. Entre as propostas aprovadas durante as sessões está o projeto de lei nº 579/2017 – a Lei Orçamentária Anual (LOA), de autoria do Poder Executivo, que estima a receita e fixa a despesa do Estado para o exercício financeiro do ano de 2018.

A matéria recebeu 39 votos favoráveis e oito contrários na sessão ordinária e, já na segunda sessão extraordinária do dia, foi aprovada em redação final. Com isso, a matéria agora segue para sanção, ou veto, do Governo do Estado.

De acordo com a proposta, as receitas para o próximo ano serão de R$ 59,7 bilhões. A execução orçamentária em Educação será de 30%, equivalente a R$ 8,505 bilhões; em Saúde a vinculação prevista de 12% representa R$ 3,401 bilhões; e para a Segurança Pública o Poder Executivo vai destinar R$ 3,795 bilhões.

Já para o Poder Legislativo, o repasse será de 5% (sendo 3,1% para a Assembleia Legislativa e 1,9% para o Tribunal de Contas); para o Poder Judiciário estão previstos 9,5%; e 4,1% ao Ministério Público estadual.

Segundo o deputado estadual Luiz Claudio Romanelli (PSB), líder do governo na Aleo, há previsão de existir R$ 1,2 bilhão a menos em 2018 comparado ao de 2017. “A queda de arrecadação é por conta da atividade econômica do país, que embora tenha tido pequenas melhorias, caiu muito”, disse.

Romanelli explicou que o Paraná está crescendo mais do que o resto do país, mas mesmo assim a receita tributária do estado está se mantendo estável. “Em uma época de crise, deve-se racionalizar o uso de dinheiro e priorizar investimentos que gerem emprego, renda e atividade econômica do estado”, afirmou.

Das 1.435 emendas apresentadas ao Orçamento pelos parlamentares, no Legislativo, o relator na Comissão de Orçamento, deputado Elio Rusch (DEM), acatou 1.365, especialmente emendas às despesas previstas, emendas programáticas, emendas ao texto do projeto e emendas coletivas, num total de 95% de aproveitamento das proposições dos deputados à LOA.

“A LOA de 2018 foi muito debatida e discutida. Poucos orçamentos foram tão debatidos quanto o do próximo ano. As mais de 1000 emendas foram intensamente discutidas em audiências públicas. Tenho provocado, inclusive, em vários segmentos da sociedade civil organizada, em se envolver melhor nos orçamentos do Estado. As pessoas acham que o orçamento é uma caixa preta, mas não é. O orçamento é público, transparente e está na internet”, concluiu Romanelli.

 

“Paraná abriu mão de arrecadação em favor de empresas”, afirmou secretário da Fazenda

O deputado estadual Luiz Claudio Romanelli (PSB) participou na noite de quarta-feira (6) de reunião na Associação Comercial do Paraná para esclarecer sobre as alterações previstas para 2018 para empresas enquadradas no Simples Nacional. Ele acrescentou, durante o debate, a existência de um processo forte de desinformação.

“Alguns fizeram notas com verdadeiros absurdos. Mentiras foram divulgadas e causaram grande pânico”, comentou. “Temos de confiar nos números da Secretaria da Fazenda. Direito tributário não é para principiantes”, afirmou Romanelli.

O secretário de Estado da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, reafirmou que o Estado continuará com a menor tributação do País e acrescentou que, para atender pedidos de entidades de classes que atuam em defesa das micro e pequenas empresas, o Paraná vai ter redução de R$ 35 milhões na arrecadação de 2018.

De acordo com Costa, o projeto aprovado vai diminuir a carga tributária do pequeno empresário, porque foi estabelecida uma progressividade na tributação das empresas do Simples Nacional. Com isso, 74% das empresas serão beneficiadas. “Antes, apenas as empresas que faturavam até R$ 360 mil tinham esse benefício. Agora, ele será estendido a todas elas, que terão isenção nos primeiros R$ 360 mil de faturamento”, afirmou.

“O projeto do Governo não tem a finalidade de aumentar a arrecadação, mas apenas adaptar a tributação das empresas paranaenses à nova lei nacional”, disse o secretário.

“Para a pequena faixa que teria aumento na tributação, discutimos na Assembleia Legislativa um limitador. Só pode crescer, no máximo, 20%, que foi uma trava que pactuamos com as entidades. Na arrecadação global do Estado haverá redução de R$ 35 milhões, tendo em vista que não há trava para redução, sendo que parte das empresas que hoje pagam ficarão isentas de ICMS”, acrescentou.

Sobre a perda prevista para o Estado, o secretário disse que ela terá de ser compensada com redução de despesas e melhoria na eficiência na arrecadação. Durante a reunião, o secretário ouviu declarações de apoio e também de preocupação, mas comentou que houve “muitos equívocos” na interpretação do texto e garantiu que o governo acompanhará a evolução da arrecadação em 2018 e fará ajustes, caso necessário.

 

Uma empresa pública para administrar os pedágios

Luiz Claudio Romanelli*

“Acredito, que a função do líder, é espalhar esperança” Luigi Bellodi

Em 2021 vencem os contratos de concessão das rodovias do Paraná, firmados em 1997 pelo governo Jaime Lerner, e que sempre denunciei como sendo lesivos ao interesse público, fruto de um conluio espúrio entre o governo e as concessionárias. Falo com a autoridade de quem desde o primeiro momento foi contra a implantação deste que viria a se provar um modelo perverso de concessão. De tudo que foi arrecadado pelo pedágio até hoje, apenas 22% foi efetivamente aplicado em obras nas rodovias.

Na Assembleia, no meu primeiro mandato, votei contra a lei de concessão das rodovias estaduais e federais (por delegação) no Paraná e a criação do pedágio. O tempo mostrou que eu tinha razão quando dizia que o Anel de Integração (que apropriadamente chamei de Anel de Entregação) traria mais malefícios do que benefícios para a economia paranaense.

Ao longo dos anos, ocorreram várias alterações contratuais mediante assinatura de termos aditivos. As investigações feitas pelo Ministério Publico Federal e pelo Tribunal de Contas da União mostraram que os aditivos nos contratos de concessão de rodovias beneficiaram apenas as concessionárias. Obras de duplicação e para melhorias foram postergadas ou excluídas.

Um recente estudo do Sistema Ocepar, publicado na Revista Paraná Competitivo de julho/2017 comprova que o alto custo do pedágio no Paraná traz um grande impacto no custo de produção. “Em algumas situações, o pedágio representa mais de 30% do custo do transporte, como é o caso de cargas vindas de Foz do Iguaçu, em que é pago R$ 876,80 em tarifas até o Porto de Paranaguá. Mesmo em trechos mais curtos, como é o caso do trajeto Ponta Grossa-Porto de Paranaguá, o impacto do pedágio é significativo, pois chega a representar 20,5% do preço do frete”, mostra a Organização de Cooperativas do Estado.

A reportagem revela que o custo para percorrer 100 km no Paraná é um dos mais caros do país. Custa em média R$ 13,14, enquanto que em outras rodovias pedagiadas como na BR 163 o pedágio custa R$ 5,13 no Mato Grosso e R$ 6,54 no Mato Grosso do Sul, ou na BR 040 onde a tarifa é de R$ 5,64 nas praças de Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais, mostra o estudo da Ocepar.

Só no Paraná um motorista paga R$ 21,00 de pedágio para carros de passeio na praça mais cara do Estado, em Jataizinho, no Norte Pioneiro. Para ir à praia, pela BR-277, a tarifa para carros é de R$ 18,70. Apenas para comparar, na BR-376, entre o Paraná e Santa Catarina, a tarifa para veículos leves é de R$ 2,60 por praça. O usuário paga R$ 5,20 para percorrer uma distância de 100 quilômetros. “Na Rodovia Castelo Branco, em São Paulo, em que a maioria do trajeto possui quatro faixas em cada sentido, o preço do pedágio varia de R$ 4,00 (Osasco e Barueri) a R$ 12,30 (Itatinga). Outro exemplo é o da Via Dutra (São Paulo – Rio de Janeiro) onde o preço varia de R$ 3,10 a R$ 12,70 por praça”, constata a matéria.

Há algum tempo, as entidades representativas do setor produtivo do Estado debatem o futuro do pedágio. Alguns defendem a prorrogação dos atuais contratos, enquanto que outros defendem novas licitações.

Felizmente, a prorrogação dos atuais contratos no Paraná é questão superada, já que o artigo 4º, incisos I e II da lei 13.448/2017, sancionada em junho, determina que a alteração no prazo de vigência do contrato deve ser “expressamente admitida no respectivo edital ou no instrumento contratual original”. Embora leoninos e nocivos, os contratos firmados no Paraná não previram essa possibilidade de prorrogação.

Para resguardar o interesse público e evitar qualquer iniciativa malandra para prorrogação, aprovamos na Assembleia Legislativa a Lei Complementar nº 198 determinando que “a formalização da prorrogação do prazo do contrato de concessão, independente do período, dependerá da prévia aprovação da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná”.

Defendo que a sociedade paranaense comece a debater a implantação de um novo sistema para a exploração do pedágio das rodovias paranaenses.

Sou favorável à criação de uma empresa pública para ser a nova concessionária das rodovias do Paraná, a ser administrada pelo governo do Estado, a partir do vencimento dos atuais contratos.

E plenamente possível e desejável que uma empresa de economia mista, nos moldes da Copel e da Sanepar, seja criada com a finalidade especifica de gerenciar os pedágios e executar as obras de infraestrutura necessárias nas rodovias.

Defendo inclusive, que o novo programa de concessões que está em estudo no governo, possa ter uma mudança de foco, já em uma perspectiva de construirmos um novo modelo – pedágio barato, com o lucro ficando no bolso do povo.

Creio que é a única maneira para romper com um modelo que só gerou lucros para as concessionárias.

Provavelmente, os que defendem uma presença mínima do Estado não aprovarão a ideia, mas eu não sou defensor do estado mínimo, e sim, do estado necessário, e todos hão de reconhecer que as privatizações da década de 1990 foram muito mal formatadas e mal sucedidas e só trouxeram lucros para alguns setores da iniciativa privada, em detrimento da maioria da população. Na área de telefonia, por exemplo, a sanha privatista nos legou tarifas altas e péssimos serviços. Em relação ao pedágio, pagamos tarifas altíssimas para trafegar em rodovias muitas vezes mal conservadas e de pistas simples, como e o caso da absurda tarifa de R$ 21,00 em Jataizinho.

O Paraná tem empresas públicas que são referência de excelência no país. A Copel ganhou, pela quinta vez nos últimos sete anos, a premiação de melhor distribuidora de energia da América Latina e Caribe. A Sanepar é a terceira maior empresa brasileira do setor de água e saneamento, segundo ranking, divulgado pelo anuário Época Negócios 360º, que lista as 500 maiores empresas do Brasil, distribuídas entre 27 setores da economia brasileira.

Creio que assim como a Copel e a Sanepar, o Estado pode ter uma empresa pública criada para administrar as estradas com pedágio no Paraná.

Esse é um debate que precisa ser iniciado agora para garantir tarifas mais baixas, obras essenciais de duplicação em rodovias e o fim de um pesadelo, a partir de 2021.

Uma coisa é certa – não é possível mais suportar o jugo dos senhores da estrada, com preços de pedágios abusivos por mais 24 anos.

Como sociedade temos que ousar e criar novos modelos, sob o risco de continuarmos sem a infraestutura adequada que nosso estado precisa pra se desenvolver.

O Futuro das Rodovias do Paraná passa por um novo modelo de gestão.

Boa Semana! Paz e Bem!

*Luiz Cláudio Romanelli, advogado e especialista em gestão urbana, ex-secretário da Habitação, ex-presidente da Cohapar, e ex-secretário do Trabalho, é deputado pelo PSB e líder do governo na Assembleia Legislativa do Paraná. Escreve às segundas-feiras sobre Poder e Governo.

Quatiguá recebe duas academias ao ar livre

O município de Quatiguá foi um dos 79 que receberam repasse para investimentos na melhoria da infraestrutura urbana. Serão instaladas duas academias ao ar livre, num total de R$ 50 mil. O convênio foi assinado pelo governador do Estado, Beto Richa (PSDB), nessa terça-feira (5).

De acordo com Richa, o Paraná é o único estado brasileiro que, em meio a crise financeira que o país ainda atravessa, mantém investimentos em todas as àreas da população. “A cada semana o Estado dá mostras da capacidade financeira alcançada com o ajuste fiscal, e isto tem se refletido no intenso apoio aos municípios”, afirma o governador.

Segundo o deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), líder do governo na Assembleia Legislativo, que participou do evento, o Paraná não para de investir. “Toda a semana recebemos prefeitos de todas as regiões do estado para receber repasses que serão utilizados em investimentos para melhorar a vida das pessoas. São os bons resultados das medidas de ajuste fiscal que fizemos no Paraná. E continuaremos a trabalhar duro para que mais conquistas aconteçam”, diz Romanelli.

Para a prefeita de Quatiguá, Adelita Parmezan de Moraes (PTB), as academias ao ar livre vieram em boa hora. “A população do nosso município aprecia muito fazer atividade física e, por conta disto, até já fizemos um parque para caminhadas. As academias serão um complemento que, com certeza, deixarão os praticantes de exercícios físicos contentes e satisfeitos. Agradeço ao deputado Romanelli pela parceria de trabalho de sempre e também ao governo do Estado por nos proporcionar mais esta conquista”, conta a prefeita.

Formosa do Oeste recebe academia ao ar livre

O município de Formosa do Oeste foi um dos 79 que receberam repasse para investimentos na melhoria da infraestrutura urbana. Será instalada uma academia ao ar livre, no valor de R$ 25 mil. O convênio foi assinado pelo governador do Estado, Beto Richa (PSDB), nessa terça-feira (5).

De acordo com Richa, o Paraná é o único estado brasileiro que, em meio a crise financeira que o país ainda atravessa, mantém investimentos em todas as àreas da população. “A cada semana o Estado dá mostras da capacidade financeira alcançada com o ajuste fiscal, e isto tem se refletido no intenso apoio aos municípios”, afirma o governador.

Segundo o deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), líder do governo na Assembleia Legislativo, que participou do evento, o Paraná não para de investir. “Toda a semana recebemos prefeitos de todas as regiões do estado para receber repasses que serão utilizados em investimentos para melhorar a vida das pessoas. São os bons resultados das medidas de ajuste fiscal que fizemos no Paraná. E continuaremos a trabalhar duro para que mais conquistas aconteçam”, diz Romanelli.

Para o prefeito de Formosa do Oeste, Luiz Antonio Domingos de Aguiar (PSDB), a  academia ao ar livre será muito bem utilizada pela população. “Investir na qualidade de vida da nossa cidade, é também incentivar a prática de exercícios físicos. Nós agradecemos ao deputado Romanelli e também ao governo do Estado por lembrar de nossos municípios”, conta o prefeito.